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Diego: 'Minha semana não foi boa para jogar uma semifinal'

Goleiro lamenta viagem para Belém, onde não treinou nem jogou, e críticas recebidas durante o ano

Depois de ajudar a garantir o Flamengo na final da Taça Rio, ao não sofrer gols na Vitória por 1 a 0 contra o Fluminense, o goleiro Diego desabafou nesta segunda-feira. Em entrevista ao programa Redação SporTV, o jogador demonstrou insatisfação com seu momento no clube e reclamou inclusive da semana que antecedeu o clássico, quando foi barrado contra o Remo, em Belém, momentos antes da partida.

- Acho que aconteceram várias coisas do fim do ano para cá que fizeram eu me sentir desvalorizado, me sentir injustiçado. Até mesmo na semana passada. Tenho uma história muito bonita no Flamengo e não seria um jogo, que não valia nada contra o Fluminense no ano passado, que ia mudar isso. Falaram muitas coisas de mim. Quando é de fora do clube, você passa uma borracha. Mas pessoas do clube procurando questionar a sua competência te magoam um pouco – afirmou.

Diego ganhou a oportunidade de usar a camisa 1 nos dois últimos Fla-Flus porque Bruno foi punido pelo TJD-RJ. Na quarta-feira, pela Copa Do Brasil, estava previsto que ele começaria jogando, mas como o Rubro-Negro contava com um efeito suspensivo para liberar o titular no Carioca, o goleiro voltou para o banco contra o Remo. - Acho que a minha semana não foi uma semana boa para jogar uma semifinal e um clássico como o Fla-Flu. Fiz um bom jogo contra o Fluminense, que me deu uma confiança muito maior para a semifinal. Mas aí fui para Belém e fiquei sem treinar segunda, terça, quarta e quinta. Para fazer um jogo decisivo no domingo é complicado. Apesar das reclamações, o goleiro também elogiou a torcida do Flamengo. - Agradeço a força e o carinho de todos aqueles que me acolheram no Maracanã. O Flamengo é muito mais forte quando tem o apoio da “nação” – disse.

Ibson admite reviravolta: ‘Sabíamos que nossa torcida estava decepcionada’

Companheiro de meio-campo, Kleberson atribui a mudança do Flamengo à volta da confiança entre os jogadores

O Flamengo praticamente chegou ao fundo do poço quando perdeu para o Resende, na semifinal da Taça Rio. Já escaldada pelos vacilos de 2008, a torcida voltou-se contra o time. A crise aumentou e os jogadores sentiram que estavam devendo. A resposta veio no clássico contra o fluminense.

Mais do que jogar bem, o time conquistou a torcida – em maioria no Maracanã – por sua dedicação na vitória por 1 a 0.

Emerson, por exemplo, foi aplaudido de pé depois de se jogar para cortar uma bola. Já Ibson saiu de campo exausto, mas de cabeça erguida pelo reconhecimento.

- Sabíamos que nossa torcida estava decepcionada. Decepcionamos mais uma vez naquela partida contra o Resende. Por isso, voltamos para a Taça Rio sabendo que somente o título seria importante. Teremos esse jogo contra o botafogo no domingo para conseguir nosso objetivo - disse o volante.
Surpresa de Cuca na escalação do Flamengo, Kleberson tem uma explicação para a melhora da equipe na parte final do segundo turno.

- O que mudou foi a confiança que temos uns nos outros. Sabemos que nosso elenco é bom. O momento para crescer é esse. Temos de nos motivar ainda mais - declarou o camisa 15 do Flamengo.

O time rubro-negro tem folga nesta segunda-feira. A reapresentação está marcada para as 15h30m de terça-feira, na Gávea. A final contra o Botafogo será no domingo, 16h (de Brasília).

Fla-Flu decide quem segue na briga pela hegemonia no Carioca

Semifinal da Taça Rio deste domingo dá ao vencedor a chance de continuar na briga pelo 31º título


Neste domingo não há meio termo. Quando a semifinal da Taça Rio terminar, Flamengo ou Fluminense saberá que o sonho do 31º título estadual foi adiado para 2010. A dupla começou o carioca com status de favorita, mas um deles concluirá a campanha sem sequer chegar a uma final de turno. O vencedor da batalha precipitada será conhecido a partir de 16h (de Brasília), no Maracanã.







A TV e Rádio Globo transmitem para todo o Rio de Janeiro. A festa multicolorida das arquibancadas esconderá a aflição de uma multidão. Mais do que perder um clássico, o derrotado dará ao vencedor a chance de brigar pela liderança no número de títulos cariocas. Ambos têm 30 conquistas.


Aposentadoria? Atual bicampeão, o Flamengo ainda não venceu clássicos neste ano. A campanha irregular o fez conviver com crises internas. Mas a fase mudou. O baixo astral foi arremessado para o alto e uma poção de motivação foi consumida. Ela tem nome composto: Fábio Luciano. A aposentadoria do líder máximo do elenco foi anunciada para depois do Estadual. A comoção e a vontade de “presentear” o capitão com um tricampeonato (o sexto da história do Rubro-Negro) uniram ainda mais o time.

- Sei que uma nação espera por esse título, que seria histórico. E meu sonho é levantar essa taça. A outra questão (aposentadoria) fica em segundo plano – afirmou Fábio Luciano. Do outro lado há candidatos a mandar o zagueiro flamenguista para casa antes do esperado. Thiago Neves, Conca e, sobretudo, Fred. O atacante fez três gols em três jogos pelo Fluminense.


Provocação e mistério Assim como o rival, o Tricolor teve uma campanha instável até esta semifinal. Principalmente na Taça Guanabara. O técnico René Simões foi substituído por Carlos Alberto Parreira. As vitórias se acumularam no segundo turno (seis em oito jogos) e a confiança voltou. Empolgado, o presidente Roberto Horcades provocou e disse que o Flamengo tem o costume de tremer em decisões contra o Flu.

- Horcades falou como torcedor, apenas isso. Nós ficaremos fora da polêmica, não entraremos nessa porque isso não é bom para nós. Estamos bem concentrados na partida e nada vai nos atrapalhar – disse Fred.

Em Belém, onde disputou o jogo contra o Remo pela Copa do Brasil, o técnico Cuca sorriu ao saber da declaração. Certamente ela será usada na preleção. Resta saber quais serão os 11 titulares que vão ouvir as instruções.

O treinador rubro-negro avisou que há 15 jogadores “titulares”. Aírton e Everton Silva disputam uma vaga, Kleberson e Erick Flores outra e Emerson e Zé Roberto a última. O principal desfalque será o goleiro Bruno, suspenso. Ele será substituído por Diego.

No Fluminense, a novidade deve ser a entrada de Marquinho na vaga de Wellington Monteiro. A escalação, contudo, sairá somente minutos antes de o clássico começar.

- O time será confirmado no domingo. Marquinho pode jogar por dentro e Everton Santos pela direita. Esta é uma opção que me agrada muito. A segunda é com Wellington Monteiro. Mas a tendência maior é com Marquinho no meio – despistou Parreira.

Emerson : 'Passou um filme na hora do gol'

Atacante revela que sofreu muito durante os quatro meses que ficou impedido de jogar futebol


Quando atacante Emerson chegou ao Flamengo, vindo do Al-Sadd, do Qatar, logo recebeu o apelido de Sheik, por causa do longo período que ficou no país árabe. Mas os últimos meses no Qatar ainda não saíram da memória do novo atacante rubro-negro. Ele lembra o sofrimento que passou depois que resolveu voltar para o Brasil e foi proibido pelos dirigentes de seu time.



- Foram quatro meses de sofrimento lá no Qatar. Eles me proibiram de fazer o que eu mais gosto, que é jogar futebol. Não estava satisfeito lá e pedi para sair. Na hora de rescindir o contrato eu tive um problema e não queriam me liberar. Fiquei no país sem poder sair. Treinava por conta própria. Quando fiz o gol esse filme passou pela minha cabeça e acabei me emocionando - afirmou Emerson.

O gol marcado aos 48 minutos do segundo tempo no clássico contra o Fluminense foi muito comemorado pelo atacante. Segundo Emerson, esse gol fez os rubro-negros saírem do Maracanã com a sensação de vitória.
- Pressionamos até o final e o gol nos fez sair do clássico com o gostinho de vitória. Lutamos e fomos recompensados. A torcida reconheceu e os aplausos no fim do jogo foram para o time todo - disse o atacante.